Gamers: Capítulo 8: Inimigos gigantescos – A tóxica Soda Jungle e a lava de estimação de Iggy

Gamers - Fanfiction - Saga do Reino de Mushroom

No último capítulo, Mario e Tamires viajam por Frosted Glacier em busca dos poderes Super Mario e da vilã Wendy. A batalha foi tensa, deixando Tamires gravemente ferida. Mas o escolhido consegue seus poderes Super Mario e derrota a filha de Bowser.

Socorrida pelas tropas rebeldes, Tamires é tratada. Agora, todos bem, as crianças se reuniram novamente para o início de mais aventuras: os perigosos caminhos de Soda Jungle.

 

Saga do Reino de Mushroom

Mushroom Kingdom - Super Mario U

Capítulo 8: Inimigos gigantescos – A tóxica Soda Jungle e a lava de estimação de Iggy

Soda Jungle - Super Mario U

A viagem pelo Reino de Mushroom chega praticamente em sua metade. Mesmo com os descansos, os escolhidos estavam um pouco cansados. O que fazia com que eles continuassem era a luta pela Galáxia Gamer mesmo. Isso ainda os impulsionava a usarem seu ki para defender aqueles seres que nada tinham a ver com os planos do misterioso vilão do planeta Game Over. Isso se ele está lá, leitor. Até agora mal sabemos o seu nome. Apenas uma sigla.

A maldade causada por V.B era vista por eles na tristeza de alguns aliados das tropas rebeldes. Cabeças baixas e nunca encontrarem paz nos lugares que passavam, batalhas que têm que enfrentar muitas vezes com amigos manipulados pelo misterioso vilão. Fora que Soda Jungle era um ambiente lúgubre, mal cheiroso, com um rio de refrigerante da pior espécie e que corrói quem cai nele… e habitado por seres bem perigosos.

– Afastem-se! – pede George. – Eu cuido desse Grand Goomba – pula e cria uma bazuca com o seu ki. Com a mira laser dele, já aponta ao inimigo – Kremling Bazuca!

Grand Goomba - Mario

Um barril de energia voa em direção ao inimigo, atingindo-o em cheio. Mas ele divide-se em dois goombas menores.

– Esses goombas gigantes se dividem ao serem atingidos – comenta Tamires – atira em um deles, vendo-os se dividirem em outros menores e comprovando sua teoria.

– Precisamos de um ataque mais forte! – comenta Roberta.

– Na realidade… – Sandro olha para as águas tóxicas de Soda Jungle e tem uma ideia.

O escolhido do mundo de Link posiciona-se próximo aos pequenos goombas e os atrai para que venham em direção a ele. Quando percebem que o estão seguindo, Sandro vai até a beirada bem próxima do rio tóxico e os aguarda.

– Venham, bebezinhos goombas. Venham para mim.

Quando iriam atacar o nosso escolhido, ele pula fazendo-os caírem no rio perigoso.

– Muito bom, Sandro! – cumprimenta Mario.

– Realmente um plano assim, saindo do louco por porrada… – comenta George, dando um tapinha nas costas do amigo, mas, com a força dele, foi um grande tapa. Sandro passava a mão nas costas da dor que sentia.

– Esses trajetos de Soda Jungle são cheios de inimigos gigantes –  observa Tamires. – Bowser Troopers enormes, Giant Goobas agora… E creio que tem a ver com o clima dessa região. Desde que entramos aqui, o ar dessas terras é diferente dos outros lugares que passamos. Isso se deve a esse rio… deve exercer alguma mutação nesses seres que nascem aqui.

Todos ficam bobos com a observação de Tamires. Até eu fiquei. Ninguém teve nem coragem de questioná-la.

– Eu sei que sou boa em análise, narrador.

E modesta.

– Menino Mario… Menino Mario… – Toad grita correndo, indo em direção a eles. Depois, para na frente do escolhido, tentando tomar fôlego para falar.

– Adoro esse cogumelo ambulante fofo, não é estrelinha? – comenta Roberta com a pequenina no colo. Ela concorda com a amiga.

Toad consegue falar. Acaba de receber um comunicado de um dos integrantes dos rebeldes que está mais adiante na caminhada. Eles viram o barco de Iggy dentro da floresta sombria de Soda Jungle. Sua localização exata era uma casa fantasma, cuja parte interna dela é composta por um labirinto perigoso.

– Fantasmas? Odeio fantasmas! – Roberta, com medo, abraçou mais forte ainda a estrelinha.

– Fantasmas, Roberta? – zomba Sandro. – Eu acabo com todos eles. Não vejo a hora já!

– Acho muito estranho ele não estar em seu castelo. Fora que esse lugar é bem perigoso – desconfia Tamires. – Já ouvi falar sobre os labirintos que lá existem.

– Perigoso ou não, precisamos conferir se o barco está lá de fato – constata Mario. – Já estamos próximos para adentrar a floresta. Fiquem atentos.

Os escolhidos com suas tropas entraram naquela floresta. Estava cheia de neblina e a visão deles ficou um pouco difícil. Dava para se enxergar apenas alguns pedaços do que se focava.

– Temos que ficar bem juntos aqui – pede Mario. – Se sairmos um de perto do outro, vamos nos perder nessa floresta.

Todos ouviram as recomendações do escolhido e as seguiram fielmente. Afinal, ninguém ia querer sair sozinho mesmo naquele lugar de arrepiar o corpo todo.

Só que eles estavam se sentindo observados. Olhavam para todos os lados, mas não viam nada. Sentiam uma energia maligna cercando-os de todas as formas, mas estavam impotentes. Era muita neblina e a visão encobria demais seus inimigos.

Big BooFoi quando ouviram um grito de um dos aliados que estavam mais adiante. O ato foi suficiente para causar uma confusão a todos que corriam por todos os lados.

Os escolhidos pediam calma, mas nem eram mais ouvidos. O fato é que já estavam cercados por inimigos bem fantasmagóricos: Big Boos. Eram cinco que cercaram as cinco crianças que vieram salvar esse mundo.

– Vocês sabem como funcionam esses fantasmas! – grita Mario. – Basta não dar as costas para eles. Assim, não conseguem fazer mal algum nem nos perseguir.

– O problema é… como vamos driblá-los? – pergunta-se Tamires.

– Deixem comigo… Já estou farta de ter medo deles! – diz Roberta, dando a estrelinha para o George segurar. – Meta Knight… Wings.

As asas de morcego formadas com o ki de Roberta ressurgem como em Sparkling Waters. Ela começa a voar e passar por cima deles, ficando de costas para os seus inimigos. A atração é imediata. Os fantasmas começam a persegui-la.

– Continuem a jornada e busquem o barco de Iggy! – grita Roberta cada vez mais distante, mas os escolhidos nem a viam mais devido a neblina.

– Ai, Roberta!  Que irresponsável isso! – comenta Mario.

– Precisamos continuar, Mario – diz Sandro. – O empenho da Roberta não pode ser em vão. Vamos continuar a jornada até porque… – faz todos olharem a volta com gestos. – não tem mais ninguém aqui além de nós.

O escolhido de Super Mario fica pasmo com a situação que não viu ocorrer. De fato, não havia mais tropas perto deles, pois não se ouviam mais barulho deles para indicar proximidade. A neblina piorava tudo para tentar observar algo mais distante.

– Perdemos nossas tropas! – lamenta George.

        – Não, nós vamos resgatá-los – Mario não aceita. – Precisamos prosseguir!

 

 

Roberta tentava voar naquela floresta, mas conseguir sair dela para outro lugar estava sendo difícil. Eram árvores muito altas e os fantasmas não davam trégua.

Foi quando levou um golpe bem forte, fazendo-a cair ao chão da floresta e perdendo suas asas de energia. Não conseguiu identificar de onde veio esse ataque a tempo.

Ao estar caída, começou a ouvir passos se aproximando e um grito:

            – Deixem-na, Boos! Vão esperar nossos inimigos na casa fantasma!

Quando realmente quem deu a ordem aos fantasmas se aproximou da escolhida, ela pôde ver quem era: Iggy.

           Iggy Koopa - Super Mario – Rurururururu… Então, escolhida… – brincava com um cajado, girando-o velozmente em uma de suas mãos, provavelmente o responsável pelo ataque levado pela Roberta. – A minha distração deu muito certo. Suas tropas rebeldes foram levadas ao meu castelo como prisioneiras pelos meus Boos e os seus amiguinhos vão cair na minha armadilha na casa fantasma. Sabe por quê? Meu barco está lá próximo, mas eu não estou lá. É só uma forma de enganá-los e atraí-los para o local.

            – Eles vão conseguir sair dela – Roberta diz com dificuldade, visto que a queda causou ferimentos em seu corpo todo. Sentia-se tonta também.

            – Eu imaginei que conseguiriam! – diz Iggy com o dedo indicador levantando e pensando. – Por isso… – apontou a sua arma, o cajado, à escolhida. – você será minha garantia. Minha refém, além dos rebeldes.

            – Eu não vou a lugar nenhum… – começa a se levantar, mas estava exausta e com dores. Só não quebrou um de seus membros porque sua queda foi amortecida um pouco com as árvores.

            – Mal consegue se levantar, menina. Fique deitada! – golpeia com o cajado Roberta que tentava se levantar. – Rurururururu… Como sou malvado e o maior de todos os filhos de papai. Como ia dizendo… caso escapem, uso você e os rebeldes como atrativos para eles. Assim, troco vocês pelo Mario. Afinal, ele é quem me interessa. Agora com os poderes que adquiriu, pode se tornar um verdadeiro problema aos nossos planos. Papai vai gostar de ter a cabeça dele no seu trono. Mas… se morrerem no labirinto… melhor. Afinal vão se sentir tão perdidos lá que vão cansar e serem sugados pelos Boos. E vocês no castelo… dou um jeito facilmente. O que me diria de um mergulho nas águas de Soda Jungle? Rurururururu… Rurururururu…

 

 

Após muita caminhada e dificuldades naquela floresta, os escolhidos finalmente encontraram a casa fantasma mencionada.

– É ali – aponta para o local Mario. – O barco de Iggy está no alto da casa fantasma.

– Preparem-se… pois sinto energias negativas naquela casa. Estou louco para matar vários – comenta, empolgado, George.

– Não vejo sinal dos nossos aliados, Mario – constata Tamires. – Também estou desconfiada dessa casa. Armadilhas são um forte desses filhos de Bowser e do narrador dessa história.

Ei! Não me coloca no meio dessa!

– Tudo bem, mas, por precaução, recomendo que façamos uma divisão da equipe.

– Eu quero entrar nessa casa. Derrotar monstros é comigo mesmo! Não corta a onda, Tamires – briga Sandro.

– Eu vou continuar a jornada em busca das tropas – voluntaria-se George. – A estrelinha vem comigo.

– Eu fico com o Sandro, Mario – afirma Tamires. – Ele está empolgado demais e temo que caia fácil nas armadilhas daqui.

– Tudo bem – concorda Mario. – Eu sigo com o George e a estrelinha.

Definidos os destinos de cada um, os escolhidos partiram para os respectivos perigos: um grupo na casa fantasma e seus labirintos e armadilhas; outros surpreendendo Iggy, que não esperava por essa divisão do grupo.

 

 

A casa fantasma era muito escura. Foi necessário Sandro usar seu ki para fazer uma lamparina à Link e iluminar o ambiente.

– Aqui, como é um ambiente fechado, a luz pode também nos ajudar contra os fantasmas – comenta Sandro.

– Sim, mas precisamos ficar atentos… olha! – chama a atenção Tamires.

A menina observa várias portas a serem escolhidas. Já sente que está em um labirinto. Qual porta é a correta? Que perigos poderiam levá-los, caso fizessem a escolha errada?

– Bem, vamos ter que escolher uma logo, Tamires… – já vai abrindo uma delas impaciente com a amiga.

A passagem continha fantasmas de todos os tipos, mas a luz de Sandro estava os mantendo afastados. Afinal, alguns que foram acertados com ela, acabaram virando pó.

Dry Bones - Super Mario UMas os perigos com eles não eram únicos. Dry Bones vinham na direção deles.

– Samus Morph Ball! – um ki envolve a escolhida, formando uma bola. Ela começa a pegar velocidade e ir em direção aos inimigos esqueléticos como uma bola de futebol de tamanho significativo.

Ao se aproximar deles, usa um novo ataque “Samus… Power Bombs”. Ao passar por eles, bombas de energia fixam nos cascos dos inimigos e depois explodem.  Tamires chega ao final de seu percurso com seus adversários despedaçados atrás dela.

– Fácil demais! Oh! – a escolhida vê algo que não gosta.

– Acho que você se esqueceu, Tamires, dos jogos Mario. Eles se reconstituem! – pega impulso e usa o “Link Sword para golpeá-los novamente. Quase apaga sua lamparina de luz nesses movimentos. Depois, puxa a amiga para fugir dali o quanto antes. – Vamos fugir porque eles não têm como enfrentar não…

Os Dry Bones começam a se reconstituir pela segunda vez, começando a ir atrás deles.

Na fuga, eles se deparam com portas para escolherem novamente. Dessa vez, Tamires escolhe a porta, puxando o amigo.

 Saindo do recinto perigoso, desapontam-se dizendo:

– Voltamos para as portas iniciais! Isso aqui é perda de tempo! – diz, brava, Tamires.

– Vamos voltar então… – diz Sandro, indo à porta que entraram na casa, mas constatando que ela está trancada. – Não consigo abri-la!

– Eu falei que era armadilha – comenta Tamires. – E tem mais: Iggy não está aqui. Não sinto presença maligna significativa nessa casa como senti nas outras vezes que encontrei filhos de Bowser.

– Mas aprendemos a camuflar nossas energias, Tamires. Eles podem estar fazendo o mesmo.

– Não acho isso. Mas enfim… agora temos que pagar o preço e seguir o jogo dele. Já sabemos que um trajeto não leva a lugar nenhum. Sobram outras combinações para tentarmos! Vamos sair daqui!

 

 

– O quê? – grita, bravo, Iggy ao saber das notícias que seus lacaios traziam. – Por que eles estão vindo até aqui? Eu não posso deixá-los chegarem aqui. Moleques… – golpeia com raiva um dos bibelôs que tinha em sua poltrona.

– Os outros escolhidos já caíram dentro da casa. Dessa forma, já trouxemos o barco de volta, pois será de mais serventia ao mestre – informa um Bowser Trooper.

– Ótimo! Vou precisar dele mesmo para partir. Coloquem tropas no barco. Vamos fazer um ataque surpresa a esses dois escolhidos. Em menor número, vou levar vantagem. O restante… fiquem de guarda para esses rebeldes e essa enxerida escolhida – olha com raiva para Roberta.

Iggy parte com suas tropas para enfrentar os escolhidos que não entraram na casa fantasma e seguiam em direção ao Castelo de Iggy.

 

 

Era uma longa caminhada já realizada, mas Mario, George e estrelinha persistiam até que…

– O barco de Iggy aqui? – Mario vê a embarcação se aproximando deles.

– E nossos amigos na casa fantasma? – pergunta-se George.

– Que pena, escolhidos – grita do alto da embarcação. – Seus amigos caíram em uma armadilha. Sua coleguinha Roberta já está em nosso poder também. Rurururururu… Rurururururu…

– O que você fez com nossos amigos? – grita, bravo, Mario.

– Por enquanto, nada. Mas você, pequeno escolhido Mario, vou entregar de bandeja para o papai. Bowser Troopers… Ataquem-nos!

Vários inimigos vinham na direção deles. Todavia, quando se preparariam para atacar, viram ataques alvejando todas as tropas de Bowser com uma rapidez impressionante.

– O que é isso? Oh!  – Iggy não acredita no que vê.

Os escolhidos sorriem para quem realizou os ataques naqueles inimigos. Eram Roberta, Tamires e Sandro. Eles voltaram rapidamente para ajudá-los.

– Sentiu nossa falta? – pergunta Tamires aos meninos.

– Eu senti que precisavam de ajuda aqui – comenta Sandro.

– Estrelinha… – Roberta corre para abraçar a pequenina. – Você está bem, minha pequerrucha? – a alegria das duas era comovente.

– Moleques… como escaparam?

É hora de alguns esclarecimento sobre isso.

 

 

Roberta, vendo seu inimigo saindo do castelo, tem uma ideia para se soltar das algemas que foi presa.

– Ei… – chama um dos lacaios guardas que estava ali, aquele com a chave de suas amarras de metal. – Você é quem manda aqui em todos os Bowser Troopers, certo?

– Err… – fica sem jeito. – Não, imagine…

– Claro que é! Percebi o quanto você é mais forte que os outros e bem melhor. Tem um casco mais bonito também.

– Tenho? – pergunta à escolhida.

– Claro que tem! Nunca pensou em ser um comandante de Bowser? Já pensou em tomar o lugar de Iggy?

– Mas… ele é o meu chefe… e–

– Você é bem melhor que ele. Poderia ficar com o cajado dele e comandar todas essas terras. O que você acha de nós dois juntos… Derrotarmos todos e depois assumirmos Soda Jungle para nós?

O Bowser Trooper pensou muito e, como era muito ambicioso e ingênuo, aceitou a proposta de Roberta. Ela, esperta, chama-o de fofo e lindo. Ele fica mais tonto ainda, soltando-a e rapidamente sendo nocauteado pela escolhida.

– Tonto! Até tartarugas machos são todas iguais. Mas ele era fofo mesmo – olhos brilhando.

– Ela está solta! – grita um Bowser Trooper vendo a Roberta livre. – Prendam-na!

– Como diz o Sandro… vai começar a diversão!

Roberta parte para cima deles com seus ataques. Parecia que a luta começava, porém ela também queria salvar seus amigos rebeldes para ajudá-la.

Após derrotá-los facilmente, consegue achar as celas do castelo com seus amigos rebeldes e uma grande fuga acontece do Castelo de Iggy.

Com todos em liberdade e Bowser Troopers do castelo derrotados, Roberta pede para os rebeldes esperarem ali, pois ela partiria em busca de seus amigos.

– Ainda dói um pouco devido a queda na floresta, mas… – ativa a Meta Knight Wings. – Preciso voar para ajudar os meninos!

Ela vai voando em direção aos seus amigos para ajudá-los.

 

 

Já era a oitava combinação de portas que eles tentavam. Tamires estava impaciente, contudo Sandro adorava a oportunidade de adrenalina que sentia ao enfrentar os inimigos.

– Estou exausto… mas é… divertido! – comenta Sandro.

– Se ligue, garoto – dá um tapa na cabeça dele Tamires. – Precisamos sair daqui para ajudar nossos amigos. E dessa vez, pelos meus cálculos, faltam poucas combinações de portas a serem testadas. Se dermos sorte, vamos chegar à saída.

Tamires abre a primeira porta e já se prepara para driblar os inimigos que vinham pela frente. Sandro a acompanha, atacando vários com golpes de espadas, flechas e bombas, todos com o uso de seu ki.

O esforço foi tão grande que quando abriram a última porta e viram que estavam livres daquele labirinto, Sandro caiu ao chão exausto devido ao esforço que fez.

– Vamos! Levante-se! – pede Tamires. – Não vamos poder ficar aqui descansando. Temos que ajudar Mario e os outros. Afinal, não vimos nem a sombra de Iggy aqui – olhou para cima da casa – e nem seu barco. Era uma armadilha mesmo. Como eu imaginei.

Sandro não demonstra muita disposição para levantar e precisava de um incentivo de Tamires:

– Teremos mais inimigos para enfrentar, Sandro!

Foi instantâneo. O escolhido agarrou Tamires, quase a arrastando pelo chão para seguir pelos caminhos em direção a novas batalhas.

 

 

Entendeu como tudo ocorreu, leitor?

– Desgraçados! Estragaram os meus planos! – Iggy rosna e depois se refugia em seu barco, tentando fugir.

– Escolhidos… vamos atrás dele – ordena Mario.

Cada um na sua forma de voar foi chegando mais próximo do barco e conseguindo embarcar nele. Mas não encontravam Iggy até que um buraco se fez, próximo a eles.

– O que é isso? – gritam os escolhidos, quase caindo da embarcação com o tremor que gerou aquele buraco.

Magmaargh - Super Mario UO responsável pelo ato era Magmaargh, um monstro de lava gigante que habitava o barco de Iggy. Foi por um triz que não acertou os escolhidos com seu corpo, tostando-os com seu calor.

– Conhecem já o meu bichinho de estimação? Criei com muito carinho, dando o ambiente adequado no meu barco. Pode até fazer calor nos meus aposentos, mas ele é uma força e tanto.  Rurururururu… Agora, Magmaargh, acabe com esses intrusos!

A lava gigante toma impulso e mergulha na direção dos escolhidos, fazendo outro buraco no chão em que estavam na embarcação. Eles conseguem desviar, mas o barco começava a ficar esburacado demais para terem algum chão para pisar. Ao verem através dos buracos, viram um mar de lava especialmente mantido dentro daquele barco.

– Sabe como é, escolhidos… – Iggy estava na proa. – Vou deixar vocês se divertindo com ele. Até a próxima! Rurururururu… Rurururururu… – pula do barco de paraquedas.

Cape Feather - Super Mario– Não mesmo! – corre Mário em direção a ele, já usando um power up dos seus poderes. – Cape Feather!

Uma pena surge no seu artefato, tomando forma e já se transformando em uma linda capa amarela nas suas costas. Ele pula do barco e ela forma um paraquedas para ele ir suavemente atrás do seu inimigo.

Iggy usa o cajado para lançar magias contra Mario, mas ele consegue desviar com manobras. Foi assim que o escolhido foi se aproximando até conseguir aproximar seus pés do paraquedas do inimigo, conseguindo destruí-lo.

O filho de Bowser cai em queda livre. Ele se protege dentro do casco, mas o impacto o deixou tonto no chão.

Mario desce, já aplicando outro golpe no inimigo e o derrotando facilmente.

– Até que foi fácil, mas… – pegou o cajado do filho de Bowser. – Desapareça para libertar os outros! – chacoalhava o artefato. – Desapareça assim como os outros artefatos dos filhos de Bowser – sem sucesso. – Só se… – olhou para o navio que estavam os seus amigos.

 

 

A lava estava conseguindo cercar os escolhidos. Nada surtia efeito nos ataques deles. Até que Tamires lembrou que tinha um power up Ice Flower na sua roupa e resolveu usá-lo.

Quando a lava gigante vinha em direção a eles para um mergulho mortal, ela lançou bolas de gelo e conseguiu congelá-la antes que encostasse neles. Estava paralisada, mas ainda não era a única preocupação deles: o barco estava caindo em direção as água de Soda Jungle. Os estragos de Magmaargh foram muitos, danificando a embarcação.

– Vamos dar o fora daqui! – gritava Tamires.

Uns ajudavam os outros, voando para fora dali, porém foi por pouco que conseguiram escapar.

As águas de Soda Jungle afundavam a embarcação e já corroíam tudo ali, inclusive o inimigo de lava.

Os escolhidos observavam tudo já ao lado de Mario e dos outros rebeldes. Foi quando a lava gigante começou a brilhar como os artefatos dos outros filhos de Bowser. Ela era quem continha as propriedades de manipulação das terras de Soda Jungle. Logo, tudo afundou e voltou ao normal. Ninguém mais foi manipulado naquela região.

Os escolhidos comemoravam e também capturaram Iggy e outros lacaios. Também conquistaram mais aliados. Parece que as tropas cada vez ficam mais fortes.

 

 

            – Essa foi um tanto difícil, hein – comenta Mario. – Não digo pela batalha contra Iggy, mas os planos dele. Deixou-nos bem separados e encrencados.

            – Difícil porque não foi você que enfrentou aquela lava gigante – comenta Tamires. – Ainda bem que guardei um desses power ups comigo. Usar com sabedoria.

            – Eu só quero comer agora – falava, embuchada, Roberta, porém George bate desastradamente no copo de refrigerante dela, derrubando. – Olha o que você fez na minha preciosa bebida!

            – O quê? – não entende George, pois ela estava falando de boca cheia.

Novamente sem sucesso ao repetir a frase.

            – Toma! – Sandro dá um novo refrigerante à menina rapidamente. – Melhor que ficar falando e soltando pedaços de comida em mim. Droga! – limpava-se deles.

Todos riram da situação e procuravam descansar. Afinal, ainda tinham mais três filhos de Bowser. Quais perigos ainda tinham pela frente?

O descanso já foi realizado e logo iriam descobrir mais aventuras perigosas.

Continua… 

Próximo Capítulo: Uma viagem de trem perigosa – A rochosa Rock Candy e a bazuca de Roy

Fabiano Naspolini de Oliveira

Fabiano Naspolini de Oliveira

Fabiano Naspolini de Oliveira (Editor-Chefe) – Formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Pós-Graduado em Docência para Educação Profissional, MBA em Game Design e Mestrado em Tecnologias da Informação e Comunicação. Foi redator do portal Nintendo Blast, professor de cursos técnicos e Game Designer/Sócio-Fundador do estúdio Céu Games por 6 anos. Atualmente, é professor de jogos digitais e escritor.

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